Após o grande sucesso obtido no I Open Internacional Hotel D.Luís/AAC, no qual se contaram entre os 100 participantes, alguns atletas internacionalmente conceituados no mundo do Xadrez, decidiu-se realizar este evento uma vez mais.
O II Open Internacional Hotel D.Luís/AAC será realizado no emblemático hotel D.luís com vista sobre toda a cidade de Coimbra. Será o primeiro do género a acontecer nesta cidade, sendo contabilizado para Fide e tendo a participação de alguns jogadores de top nacional e atletas convidados.

Coimbra é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Coimbra, situada na região Centro. A pouco mais de 200 km de Lisboa e a 100 km do Porto, é banhada pelo rio Mondego. Foi capital nacional da cultura em 2003.Contando com a população estudantil, a cidade terá uma população superior a 150.000 habitantes, o que faz dela a terceira do país. Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço do nascimento da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa.

Os Romanos chamaram à cidade, que se erguia pela colina sobre o rio Mondego, Aeminium. Mais tarde, com o aumento da sua importância substituíu a cidade romana Conímbriga, donde derivou o seu novo nome.

 
 

No séc XI, Coimbra torna-se a cidade mais importante abaixo do rio Douro e viria a ser na segurança das suas muralhas que iria nascer o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, que faz dela a capital do condado. Qualidade que Coimbra conservará até 1255, quando a capital passa a ser Lisboa.
No século XII, Coimbra apresentava já uma estrutura urbana, dividida entre a cidade alta, designada por Alta ou Almedina, onde viviam os aristocratas, os clérigos e, mais tarde, os estudantes, e a Baixa, do comércio, do artesanto e dos bairros ribeirinhos.

Desde meados do século XVI que a história da cidade passa a girar em torno à história da Universidade de Coimbra, sendo apenas já no século XIX que a cidade se começa a expandir para além do seu casco muralhado, que chega mesmo a desaparecer com a reformas levadas a cabo pelo Marquês de Pombal.

A primeira metade do século XIX traz tempos difíceis para Coimbra, com a ocupação da cidade pelas tropas de Junot e Massena, durante a invasão francesa e, posteriormente, a extinção das ordens religiosas. No entanto, na segunda metade de oitocentos, a cidade viria a recuperar o esplendor perdido – em 1856 surge o primeiro telégrafo eléctrico na cidade e a iluminação a gás, em 1864 é inaugurado o caminho-de-ferro e 11 anos depois nasce a ponte férrea sobre as águas do rio Mondego.

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